FINALIDADE

Fomentar nos/as profissionais de comunicação uma atitude crítica-reflexiva sobre as, mensagens e imagens estereotipadas do ponto de vista das relações e dos papéis de género.

Sensibilizar para a importância de se produzirem trabalhos jornalísticos que ponham em evidência um conjunto realidades relacionadas com a (des)igualdade de género, dando visibilidade e expressão a questões políticas, sociais, económicas e culturais, com que mulheres e homens se deparam.

DESTINATÁRIOS

Profissionais da comunicação.

PROGRAMA

9 de dezembro

13:30-15:30
Enquadramento histórico, sociológico e político-legal do género

Sara Isabel Magalhães (investigadora, Centro de Psicologia da Universidade do Porto)

A construção social do género
A igualdade e a situação das mulheres em Portugal
Legislação e compromissos internacionais e nacionais
Teoria da Intereseccionalidade
A perspetiva do género aplicada à comunicação

15:30-17:30
Perspetivas de género no jornalismo

Sofia Branco (jornalista da Lusa, presidente do Sindicato dos Jornalistas)

Quem faz e quem aparece nas notícias?
Feminização do jornalismo e desigualdade no acesso aos cargos de chefia
Responsabilidade do jornalismo na (des)construção do género
O papel dos públicos

 

11 de dezembro

13:30-15:30
Violência de Género e comunicação

Ariana Pinto Correia (investigadora, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto)

A Violência de Género como expressão das assimetrias de poder entre mulheres e homens
A violência contra as mulheres
A Violência Doméstica como exemplo da Violência de Género
A notícia do homicídio em contexto das relações de intimidade

13:30-15:30
Mediação académica e género

Emília Araújo (investigadora e docente, Centro de Estudos de Comunicação e Imagem)

Gerir ciência e tecnologia com lentes de género
Introduzir o género como dimensão da investigação
O papel da mediação académica na promoção da igualdade de género

LOCAL DE REALIZAÇÃO

Campus de Gualtar da Universidade do Minho
Anfiteatro da Escola de Engenharia II (Edifício 16 – EII-024)

AVALIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO

A qualificação, atestada por um diploma no final do curso, depende da assiduidade da frequência – a ação formativa implica, pela sua própria natureza, a presença dos formandos.

Para mais informações, contactar Ana Cristina Vieira – tlf.: 218855004 • e-mail: avieira@cenjor.pt